Tuti resort trará Grupo da Amazônia para o Fefol

Seus integrantes ficarão hospedados nem apartamentos do patrocinador e também se apresentarão na região

 

O Tuti Resort Thermas de Olímpia trará para a 49ª edição do Festival do Folclore-Fefol (de 20 a 28 de julho), o Balé Folclórico da Amazônia. O grupo virá às expensas do empreendimento, seus integrantes ficarão hospedados em suas dependências, e fará apresentações também na região. O grupo virá fora da lista oficial de contratados, esta paga com dinheiro público e de patrocínios. Para a escolha do grupo, os gestores do Tuti Resorts contaram com a orientação da presidente dos Festivais, Maria Aparecida de Araújo Manzolli.

Durante os dias do evento, o Balé Folclórico da Amazônia fará várias apresentações diárias para os hóspedes e convidados. De acordo com Cidinha Manzolli, a programação do grupo será intensa também fora do Resort, “para que toda região possa respirar a cultura do Folclore”.

O Balé Folclórico da Amazônia, apesar do nome, é proveniente da cidade de Belém, capital do Estado do Pará. O Balé Folclórico da Amazônia, o “balé dos pés descalços”, símbolo cultural e orgulho da cidade, nasceu em setembro de 1990. Seu repertório é um conjunto de releituras de danças tradicionais e composições coreográficas que retratam o universo exótico e misterioso da Amazônia.

 

RECINTO AINDA

DETERIORADO

Faltam menos de dois meses e meio para a realização da 49ª edição do Festival do Folclore, e a Praça de Atividades Folclóricas “Professor José Sant´anna” só não está às moscas dadas as atividades paralelas ali realizadas, como por exemplo vistoria de veículos pela Ciretran, e a circulação de algumas pessoas ligadas ao setor administrativo da festa.

O local continua tomado por pombos, o mato cresce por todos os lados e há reformas e adequações de grande porte para serem feitas, inclusive a pintura de todas as suas dependências. As barracas são alvo de todo tipo de depredação, e a arena está totalmente desfigurada.

Bancos da “pracinha da Igreja” foram “engolidos” pelo mato e naquele espaço do recinto, onde ainda estão a “Casa do Caipira”, a casa de taipa e um barracão de madeira (Galpão Crioulo), tem toda a aparência verdadeira de uma propriedade rural abandonada.

Não bastasse isso, as estátuas em latão feitas pelo artista plástico italiano Antônio Masini, colocadas havia sete anos na Praça Rui Barbosa, como parte das comemorações do Centenário da cidade, e que foram tiradas por ordem do prefeito Geninho (DEM), e levadas para lá, passados pouco mais de dois anos, ainda não foram instaladas adequadamente, como deveriam, e estão sendo sustentadas por uma corda. Até hoje a prometida “pracinha” no entorno da obra de arte não saiu.

 

MATO GROSSO

O Estado a ser homenageado este ano pelo Fefol é o Mato Grosso. A escolha se deve ao fato de que a região Centro-Oeste nunca havia sido homenageada. “É uma cultura pouco divulgada na mídia. Vamos incentivar as pessoas a conhecerem aquele lugar”, disse recentemente Cidinha Manzoli, coordenadora do Festival.

Entre as manifestações folclóricas tipicamente mato-grossenses estão o siriri (dança), o rasqueado (música), a viola de cocho (artesanato, considerado patrimônio imaterial do Brasil) e os pratos à base de peixe, como a mojica de pintado (culinária). O orçamento estimado para este ano é superior a R$ 1 milhão.

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