Trinta Anos de presença viva

A identificação é tanta que ninguém sabe onde termina Zé Elias e começa o bom velhinho

Zé das Pedras o papai noel oficial de Olímpia

Aquele distante dezembro de 1979 brilhou com mais intensidade. Mediante previa comunicação intensa, foi anunciada a chegada festiva do Papai Noel, personagem incorporado pelo José Elias de Morais, nosso “Zé das Pedras”, vivido com tal intensidade que a figura do bom velhinho se tornou real e permanentemente cercado por crianças vivendo o espírito do Natal.

Às centenas, talvez milhares, as crianças lotaram as dependências do Estádio Tereza Breda, local onde Papai Noel chegaria a bordo de um helicóptero. Quando a aeronave apontou a criançada vibrou a uma só voz, fazendo tamanho barulho que mal se ouvia o som da aterrissagem.

No melhor estilo natalino, Papai Noel (Zé das Pedras) carregava nas costas o saco ver melhor que identifica o bom velhinho e se entregou à criançada, oferecendo balas e outras guloseimas. A partir desse dia, todos os acontecimentos ligados às festividades tinham obrigatoriamente que registrar a presença de Papel Noel. Como parte de suas atividades, incorporando a figura mais identificada com o Natal, Zé Elias percorria as ruas do comércio, os bairros, as escolas e até residências, tamanha a quantidade de convites.

Identificado com o personagem que abraçou, ao longo do tempo Zé Elias conseguiu transformar o ideal em projeto de assistência social, tornando real a “Casinha do Papai Noel” que tantos serviços prestou à coletividade.

Hoje, trinta anos depois, muitas daquelas “crianças” se tornaram pais e acompanham seus filhos no momento mais emocionante do Natal. Os filhos, com os olhos brilhantes, promovem a gritaria de alegria pela tão esperada chegada do bom velhinho. Os hoje adultos, com os olhos marejados, expressam sua emoção por um dia ter vivido este momento.

Quando Zé das Pedras incorpora Papai Noel todo o resto é esquecido, e ele mergulha de corpo e alma na alegre fantasia do Natal.

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