Terrenos no DI-III podem render até R$ 2,55 milhões

Esta semana empresários começaram assinar os contratos de terrenos adquiridos; foram vendidos até agora 40 lotes

A venda de terrenos localizados no Distrito Industrial III de Olímpia, cujas concorrências foram realizadas neste mês de maio, deverá render na somatória total ao final dos parcelamentos aos cofres públicos, mais de R$ 2,55 milhões. Foram feitos quatro certames, nos dias 4 (Concorrência 04, Quadras "D" e "E"), 5 (Concorrência 05, Quadra "A"), 22 (Concorrência 06, Quadra "B") e 27 (Concorrência 07, Quadra “C”) de maio, com participação de 32 interessados, alguns adquirindo mais de um terreno.

Foram colocados à venda 50 lotes, dos quais 40 foram comprados pelas empresas interessadas. Uma nova Concorrência está marcada para quarta-feira da semana que vem, 3 de junho (Concorrência 08, Quadras "D" e “E”), quando 10 terrenos estarão à venda, restando outros 14 para nova concorrência, em data a ser marcada, a fim de completar a ocupação daquele espaço industrial.

Em todas as quadras dos primeiros certames, os valores fechados de vendas superaram os de avaliação, como no caso das Quadras "D" e "E", cuja avaliação total era de R$ 1.044,705, e o arrecadado ficou em R$ 1.046.779,18, mesmo ficando lotes sem propostas. Dos 12 lotes colocados à venda nestas quadras, somente três não tiveram propostas. O maior valor de compra foi o da empresa Cristhian Rodrigo Sotteri-Olímpia-ME, que pagou R$ 168.505, por um lote na Quadra "E". O menor, da empresa Osvaldo Alves Moita-ME, que pagou R$ 65.580 por um lote na Quadra "D".

CONTRATOS ASSINADOS
Os empresários olimpienses que já adquiriram terrenos no Distrito Industrial III começaram esta semana a assinar os contratos. A venda dos terrenos já rendeu cerca de R$ 150 mil em caução, dinheiro que será usado na adequação do próprio DI, segundo informou Flávio Vedovato Arantes, Diretor da Divisão de Comércio e Indústria.

O primeiro empresário a assinar contrato de venda foi Cristhian Rodrigo Sottero, da Rodrigo Materiais de Construção, na manhã de terça-feira, 26, que usará a área para instalar seu galpão de depósito. Depois, à tarde, foi a vez do empresário Marcelo Benedito Lupi, que pretende instalar no DI-III sua fábrica de sorvetes, aumentando o quadro de funcionários em até 25 vagas. Na quarta-feira de manhã firmou o contrato o empresário Miguel Teixeira de Oliveira, da Concreteira Teixeira, hoje instalada no Recanto Bela Vista, mediante aluguel do imóvel. Ontem, quinta-feira, e hoje, sexta, bem como nos dias próximos, outros empresários repetiram ou repetirão o ato.

“Meu estabelecimento é hoje também o meu depósito. E eu pretendo fazer a mudança dele para lá, liberando o endereço da 7 de setembro, onde hoje estou. É uma área residencial no centro com uma vizinhança tradicional. Apesar de não causarmos problemas estamos pensando no futuro, com a ampliação e, aí sim, mais barulho e sujeira. Então, estamos tentando correr o mais rápido possível para fazer essa mudança para o Distrito novo”, disse o empresário Cristhian Sottero.

Já Marcelo Lupi, que atualmente está instalado com sua fábrica de sorvetes no Jardim Cizoto, disse que esta aquisição se reveste de grande importância, por que ficou com o espaço limitado, em área residencial, com baixo potencial de energia elétrica e água. “Agora, com o terreno tudo dará certo para nos tornarmos uma grande indústria”, comemora. A previsão de investimento é de R$ 200 mil.

Miguel Teixeira de Oliveira comprou dois terrenos no DI-III, na Quadra “E”, medindo, somados, 2.107 metros quadrados. “Agora vamos deixar de pagar aluguel, vou mudar a concreteira para lá e parte do meu comércio da Avenida Aurora Forti Neves (venda de areia, pedra e outros materiais para construção). Pretendemos iniciar a construção imediatamente. Agora vamos poder finalmente colocar em prática nosso projeto de expansão”, disse o empresário.

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