Secretário diz que município tem outras prioridades

Renê Galetti, de Obras, havia dito que município investiu R$ 50 mil no alviceleste e Silva diz ‘lamentar’ declarações

 

O presidente do Olímpia FC, Milton Silva, disse lamentar as declarações do secretário de Obras do município, Renê Galetti, que em resposta a sua “intimação” pública para que o Poder Executivo Municipal auxilie mais o alviceleste, conforme o combinado, disse, entre outras coisas, ter o município gastado ali R$ 40 mil e que “não dá pé” gastar mais dinheiro só por causa de 700 pessoas, referindo-se ao público-torcedor que vai ao campo. “O prefeito Geninho não vem cumprindo com o acordado em mesa”, protestou.

“Quando a gente ouve esse tipo de pronunciamento a gente se entristece muito, principalmente porque eu fui citado no pronunciamento do presidente dizendo que eu informei que não haveria (como ajudar). Eu acho que ele foi infeliz, pois desde o mês de fevereiro a prefeitura vem trabalhando (no estádio)”, disse o secretário.

Segundo Galetti, “em fevereiro mesmo estivemos no centro do gramado do Teresa Breda com o tenente (dos Bombeiros) acompanhado pelos funcionários da prefeitura paras poder fazer a demanda deles para a gente consertar. Então, quer dizer, o Bombeiro estava sabendo desde o inicio, e a prefeitura investiu no estádio R$ 40 mil reais esse ano em algumas coisas que foram feitas”, relatou.

Ao final, constata: “Só que é assim, na minha opinião, é que para a gente gastar mais dinheiro lá e continuar indo só 700 pessoas nos jogos não dá né?”, rechaçou. Segundo ele, “o município tem outras demandas que são mais importantes. Mas a prefeitura tem sido parceira e tem ajudado”.

Em entrevista à reportagem do Planeta, Airton Silva, vice-presidente do alviceleste, lamentou as declarações do secretário e disse que “foi feito um combinado de a prefeitura manter as categorias de base, como Sub-12 e Sub-20, e não está cumprindo. Estamos fazendo a nossa parte, temos um gasto mensal de R$ 10 mil e não estamos tendo nenhuma ajuda. Cada partida é cobrado R$ 1,5 mil para o arbitro, e o repasse acordado para ser feito por mês não tem acontecido”.

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