Secretária da Educação é convocada pela Câmara para explicar os problemas registrados neste início de ano

Prefeito Cunha e secretária Maristela

Em atenção ao Requerimento 77, de autoria do vereador Flávio Augusto Olmos, a Mesa da Câmara encaminhou ofício de convocação à secretária municipal de Educação, Maristela de Araújo Menitti, para que ela explique na Casa de Leis as razões pelas quais o início do ano letivo em Olímpia está tão conturbado.

Há denúncias de falta de professores, de funcionários nas escolas e até de professores e alguns pais de alunos tendo que auxiliar na limpeza dos estabelecimentos, por falta de mão-de-obra.

Também a questão dos professores impedidos de assumir classes por conta de diplomas considerados falsos pela Secretaria, cujos acusados, mesmo tendo ganhado liminares nas justiça, não estariam sendo chamados.

Além disso, o vereador quer saber como estão sendo investidos os recursos provenientes do Fundeb e como se dá a eleição do Conselho do referido fundo.

Houve, inicialmente, uma tentativa de conjugar a ida da secretária à Câmara, com a votação do projeto do empréstimo de R$ 1,15 milhão para compra de ares condicionados, mas a idéia foi rechaçada.

De acordo com o Regimento interno da Casa de Leis, a secretária não pode deixar de atender a convocação, sob pena de improbidade. Ela tem um prazo de até 15 dias para o comparecimento, embora o presidente da Câmara possa marcar dia e hora para sua apresentação, num prazo menor, mas isso não foi feito.

Maristela Menitti deverá se fazer acompanhar do assessor especial da Educação, Ademir Antonio de Freitas, que anos atrás já exerceu a função de secretário da Pasta.

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