Recinto do Fefol recebe retoques para festa

Planeta havia reportado situação do local em maio, cobrando do Executivo ações visando limpá-lo

O secretário de Obras do município, Renê Galetti, disse ontem que o Recinto de Atividades Folclóricas “Professor José Sant´anna” estará em perfeitas condições de uso quando da realização da 49ª edição da festa, que tem início sábado que vem, dia 20. Há cerca de 15 dias equipes de funcionários cuidam da recuperação das barracas, da dedetização e roçado, necessidades que o Planeta já havia reportado em meados de maio passado.

“Já trocamos toda iluminação das barracas, mas não foi feita a parte de fiação, que havia sido trocada o ano passado. Recuperamos a estrutura das barracas, fizemos a pintura e a limpeza do terreno do recinto. Fizemos pintura nova e devemos finalizar rápido. Já gastamos ali em torno de R$ 50 mil na infraestrutura”, relatou Galetti.

Em meados do mês de maio, o Planeta reportava que faltavam menos de dois meses e meio para a realização da festa e a Praça de Atividades só não estava às moscas dadas as atividades paralelas ali realizadas, como, por exemplo, vistoria de veículos pela Ciretran, e a circulação de algumas pessoas ligadas ao setor administrativo da festa.

Mostrava que o local estava tomado por pombos, que o mato crescia por todos os lados e que havia reformas e adequações de grande porte para serem feitas, inclusive a pintura de todas as suas dependências.

Quanto aos pombos, Galetti disse que foi feita a dedetização do local, mas que só dura “até a festa acabar”, já que os pombos “são uma praga” que sempre voltam.

Porém, as estátuas em latão feitas pelo artista plástico italiano Antônio Masini, colocadas havia sete anos na Praça Rui Barbosa, como parte das comemorações do Centenário da cidade, e que foram tiradas por ordem do prefeito Geninho (DEM), e levadas para lá, passados pouco mais de dois anos, ainda não foram instaladas adequadamente, como deveriam, e continuam sendo sustentadas por uma corda. E da mesma forma a prometida “pracinha” no entorno da obra de arte não saiu.

 

MATO GROSSO

O Estado a ser homenageado este ano pelo Fefol é o Mato Grosso. A escolha se deve ao fato de que a região Centro-Oeste nunca havia sido homenageada. “É uma cultura pouco divulgada na mídia. Vamos incentivar as pessoas a conhecerem aquele lugar”, disse recentemente Cidinha Manzoli, coordenadora do Festival.

Entre as manifestações folclóricas tipicamente mato-grossenses estão o siriri (dança), o rasqueado (música), a viola de cocho (artesanato, considerado patrimônio imaterial do Brasil) e os pratos à base de peixe, como a mojica de pintado (culinária). O orçamento estimado para este ano é superior a R$ 1 milhão.

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