Líder do prefeito fala até em proibir Bacamarteiros

A polêmica da lei proibindo fogos de estampidos em Olímpia chegou ao Fefol;  vereador João Magalhães, questionado quanto ao grupo folclórico, disse de imediato: “Está proibido”

Vereador suplente João Magalhães

A polêmica surgida em torno da lei que proíbe a soltura de fogos de estampido em Olímpia, aprovada na segunda-feira na Câmara e já transformada na Lei 4.401, de 24 de outubro de 2018, chegou até o Festival do Folclore. E colocou no epicentro da discussão o grupo folclórico Bacamarteiros, de Sergipe, um dos mais tradicionais do Fefol e o preferido do criador e mantenedor do evento, saudoso José Sant’anna.

É que na discussão do projeto na Câmara, o vereador Luís do Ovo (DEM), único contrário à sua aprovação, chamou a atenção do líder do prefeito na Casa, vereador João Magalhães (MDB) sobre as vindas e exibições futuras do grupo. “Eu gostaria de perguntar ao senhor líder do prefeito: E aquele grupo que vem no Folclore, com suas ‘espingardas’ e dão tiro no Recinto e chega a chacoalhar o barraco da gente? Se for para proibir os fogos, tem que proibir ele também”, disse.

De imediato, Magalhães respondeu: “Está proibido”. Mas, logo em seguida, ponderou: “Aparentemente não está enquadrado. É preciso separar o que é Folclore e o que é o cotidiano da cidade, o comportamento inadequado”. Depois, prosseguiu: “Temos que olhar o nosso quintal, porque na nossa casa temos que ter e dar exemplos. E se os de fora não fizer isso, temos que não chamar os de fora”, sugeriu.

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