Estruturação de cargos dos municipais gera polêmica

O projeto de Lei Complementar 166, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Classificação de Cargos da prefeitura de Olímpia, que também institui nova tabela de remuneração, causou grande polêmica na Câmara de Vereadores na noite de ontem, mas acabou sendo aprovado em primeira discussão e votação de primeiro turno, Por unanimidade.

A alegação dos vereadores para aceitarem a propositura do Executivo, apesar das muitas críticas feitas, foi a de que propiciaria oportunidade para discussão e debate a cerca do seu teor. À exceção do líder do prefeito na Casa, vereador Salata, do PP, e do presidente da Mesa, Beto Puttini, do PTB, todos os demais vereadores votaram favoráveis mas com críticas ao que nele está proposto.

Uma das “descobertas” posteriores é que no texto do PLC 166 não estão contemplados com prováveis 7% de reajuste os aposentados e pensionistas.

Porém, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Jesus Buzzo, presente à sessão, manifestou-se favorável ao texto, inclusive encaminhando ofício à Mesa, solicitando a aprovação do projeto.

Disse Buzzo que reuniu-se com funcionários nos últimos dias, e eles teriam manifestado concordância com os termos propostos. Nas galerias da Casa de Leis, menos de dez funcionários municipais acompanharam as discussões, sem manifestações.

O vereador Alcides Becerra Canhada Júnior, do PDT, por exemplo, sugeriu seja realizada uma sessão técnica ao longo desta semana, para se detalhar a propositura do prefeito Geninho frente aos municipais. Junto com o projeto dos municipais, também tramitou outro PLC, de número 167, que tem o mesmo teor, com pouquíssimas variações, referente especificamente ao quadro de funcionários da Daemo Ambiental.

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