Câmara reinicia trabalhos legislativos hoje com nova Mesa e clima tenso

Novo presidente da Casa, Antonio Delomodarme, é o mais desarticulado político a assumir a direção da Casa num momento em que oposição a Cunha cresce

Nova mesa diretora

Na noite do dia 10 de dezembro de 2018, os vereadores da Câmara Municipal da Estância Turística de Olímpia, elegeram Antônio Delomodarme, o Niquinha (Avante) presidente da Mesa Diretora para o biênio 2019-2020. Além dele, foi eleito vice-presidente Marco Antônio Parolim de Carvalho, o Marcão Coca (PPS), enquanto para a primeira secretaria a escolha recaiu sobre Luiz Gustavo Pimenta (PSDB), até então presidente da Casa. Luiz Antônio Ribeiro, o Luiz do Ovo (DEM), foi eleito segundo secretário.

É esta a formação da Mesa Diretora para os dois últimos anos desta legislatura, cujos trabalhos legislativos se inicia na próxima segunda-feira, 4 de fevereiro.

A Mesa Diretora, segundo o Planeta News apurou, terá à frente o mais desarticulado político já eleito para o mais importante cargo do Legislativo. O jornal apurou que Niquinha, até agora, não conseguiu formar sua base política dentro do Legislativo e sequer conseguiu preencher o cargo de Chefe de Gabinete. De acordo com informações colhidas pelo jornal, o presidente da Câmara poderá enfrentar ainda forte oposição durante as sessões.

A principal preocupação daqueles mais próximos do dia-a-dia da Casa de Leis é sobre como se comportará Delomodarme diante das dificuldades que lhe surgirem no cumprimento do Expediente e ainda como irá lidar com o Regimento Interno. Outros consideram que se não houver um abrandamento das conduções administrativas e decisões emanadas do presidente, sua relação com o corpo legislativo não será das mais fáceis.

“O presidente já disse anteriormente que não seria refém do grupo genista, que compõe com ele a Mesa Diretora (Gustavo Pimenta [PSDB] 1º secretário, e Luiz do Ovo [DEM] 2º secretário) levando os demais a arriscarem dizer que, mais cedo ou mais tarde, ele acabará sendo refém do grupo cunhista”, disse uma fonte que preferiu o anonimato.

Outra fonte, acompanhando o dia-a-dia da Casa de Leis, sentenciou: “Primeiro é primordial que o presidente aprenda a se organizar, para poder organizar a Casa. Se não, vai ser o caos”. Esta fonte lembra inda que Niquinha não é consenso sequer na Mesa. “Ele foi eleito por seis votos. Quatro colegas não votaram nele. E dos seis votos que recebeu, teve quem votasse somente por decisão de grupo. Ou seja, o presidente vai estar sempre sobre a corda bamba”, analisou.

A VOTAÇÃO
Niquinha recebeu seis dos 10 votos possíveis, uma vez que seu colega Hélio Lisse Júnior (PSD) votou em si mesmo e recebeu votos de Fernando Roberto da Silva, o Fernandinho (PSD) e Flávio Augusto Olmos (DEM) para presidente. E José Elias de Morais, o Zé das Pedras (PR), votou também em si mesmo para o cargo principal da Mesa Diretora.

Já Marcão Coca foi eleito vice-presidente com os votos de oito de seus colegas, já que, mais uma vez, Hélio Lisse votou em si mesmo e recebeu o voto para o cargo de Fernandinho Silva.

Pimenta, atual presidente, foi eleito primeiro secretário com sete dos 10 votos declarados porque, também para este cargo, Lisse votou em si e recebeu o voto de seu colega de partido, Fernandinho. Já Flávio Olmos preferiu votar em seu parceiro do DEM, Luiz do Ovo, que na verdade era candidato a segundo secretário.

A votação foi fechada com a eleição de Luiz do Ovo para o quarto cargo da Mesa Diretora, sendo ele o mais votado dos quatro, já que recebeu nove votos, exceção feita a Fernadinho, que, de novo, votou em Hélio Lisse.

Ou seja, os votos inteiramente destoantes foram de Fernandinho, que não escolheu nenhum dos eleitos, votando as quatro vezes em Hélio Lisse. Este, por sua vez, votou três vezes em si mesmo e somente na votação para segundo secretário votou em Luiz do Ovo. Da lista de eleitos, Flávio Olmos só declarou voto em Marcão Coca e duas vezes em Luiz do Ovo (para 1º e 2º secretário). Não votou em Niquinha para presidente, nem em Pimenta para 1º secretário.

José Elias de Morais, por sua vez, só não votou em Niquinha para presidente, mas nos demais cargos respeitou os nomes propostos. Os demais vereadores –João Magalhães (MDB), Luiz Antônio Moreira Salata (PP), Marcão Coca, Niquinha e Pimenta- seguiram à risca a sequência de nomes postos para os cargos à Mesa.

Câmara reinicia trabalhos legislativos 2ª com nova Mesa e clima tenso
Novo presidente da Casa, Antonio Delomodarme, é o mais desarticulado político a assumir a direção da Casa num momento em que oposição a Cunha cresce

 

Na noite do dia 10 de dezembro de 2018, os vereadores da Câmara Municipal da Estância Turística de Olímpia, elegeram Antônio Delomodarme, o Niquinha (Avante) presidente da Mesa Diretora para o biênio 2019-2020. Além dele, foi eleito vice-presidente Marco Antônio Parolim de Carvalho, o Marcão Coca (PPS), enquanto para a primeira secretaria a escolha recaiu sobre Luiz Gustavo Pimenta (PSDB), até então presidente da Casa. Luiz Antônio Ribeiro, o Luiz do Ovo (DEM), foi eleito segundo secretário.

É esta a formação da Mesa Diretora para os dois últimos anos desta legislatura, cujos trabalhos legislativos se inicia na próxima segunda-feira, 4 de fevereiro.

A Mesa Diretora, segundo o Planeta News apurou, terá à frente o mais desarticulado político já eleito para o mais importante cargo do Legislativo. O jornal apurou que Niquinha, até agora, não conseguiu formar sua base política dentro do Legislativo e sequer conseguiu preencher o cargo de Chefe de Gabinete. De acordo com informações colhidas pelo jornal, o presidente da Câmara poderá enfrentar ainda forte oposição durante as sessões.

A principal preocupação daqueles mais próximos do dia-a-dia da Casa de Leis é sobre como se comportará Delomodarme diante das dificuldades que lhe surgirem no cumprimento do Expediente e ainda como irá lidar com o Regimento Interno. Outros consideram que se não houver um abrandamento das conduções administrativas e decisões emanadas do presidente, sua relação com o corpo legislativo não será das mais fáceis.

“O presidente já disse anteriormente que não seria refém do grupo genista, que compõe com ele a Mesa Diretora (Gustavo Pimenta [PSDB] 1º secretário, e Luiz do Ovo [DEM] 2º secretário) levando os demais a arriscarem dizer que, mais cedo ou mais tarde, ele acabará sendo refém do grupo cunhista”, disse uma fonte que preferiu o anonimato.

Outra fonte, acompanhando o dia-a-dia da Casa de Leis, sentenciou: “Primeiro é primordial que o presidente aprenda a se organizar, para poder organizar a Casa. Se não, vai ser o caos”. Esta fonte lembra inda que Niquinha não é consenso sequer na Mesa. “Ele foi eleito por seis votos. Quatro colegas não votaram nele. E dos seis votos que recebeu, teve quem votasse somente por decisão de grupo. Ou seja, o presidente vai estar sempre sobre a corda bamba”, analisou.

A VOTAÇÃO
Niquinha recebeu seis dos 10 votos possíveis, uma vez que seu colega Hélio Lisse Júnior (PSD) votou em si mesmo e recebeu votos de Fernando Roberto da Silva, o Fernandinho (PSD) e Flávio Augusto Olmos (DEM) para presidente. E José Elias de Morais, o Zé das Pedras (PR), votou também em si mesmo para o cargo principal da Mesa Diretora.

Já Marcão Coca foi eleito vice-presidente com os votos de oito de seus colegas, já que, mais uma vez, Hélio Lisse votou em si mesmo e recebeu o voto para o cargo de Fernandinho Silva.

Pimenta, atual presidente, foi eleito primeiro secretário com sete dos 10 votos declarados porque, também para este cargo, Lisse votou em si e recebeu o voto de seu colega de partido, Fernandinho. Já Flávio Olmos preferiu votar em seu parceiro do DEM, Luiz do Ovo, que na verdade era candidato a segundo secretário.

A votação foi fechada com a eleição de Luiz do Ovo para o quarto cargo da Mesa Diretora, sendo ele o mais votado dos quatro, já que recebeu nove votos, exceção feita a Fernadinho, que, de novo, votou em Hélio Lisse.

Ou seja, os votos inteiramente destoantes foram de Fernandinho, que não escolheu nenhum dos eleitos, votando as quatro vezes em Hélio Lisse. Este, por sua vez, votou três vezes em si mesmo e somente na votação para segundo secretário votou em Luiz do Ovo. Da lista de eleitos, Flávio Olmos só declarou voto em Marcão Coca e duas vezes em Luiz do Ovo (para 1º e 2º secretário). Não votou em Niquinha para presidente, nem em Pimenta para 1º secretário.

José Elias de Morais, por sua vez, só não votou em Niquinha para presidente, mas nos demais cargos respeitou os nomes propostos. Os demais vereadores –João Magalhães (MDB), Luiz Antônio Moreira Salata (PP), Marcão Coca, Niquinha e Pimenta- seguiram à risca a sequência de nomes postos para os cargos à Mesa.

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