Câmara aprova quatro cargos de R$ 3.500 para a Prodem

Foi aprovado, na sessão de ontem à noite, o projeto de Lei 4.625, de autoria do Executivo, que dispõe sobre empregos públicos da empresa Prodem-Progresso e Desenvolvimento Municipal. O cerne da questão foi o fato de que, apesar da exigência de baixo nível escolar, os vencimentos ultrapassam o que ganham, por exemplo, os professores. Cada um destes diretores receberá mensalmente, R$ 3.500.

O projeto foi protocolado exigindo apenas o Ensino Fundamental para os cargos de diretor de Engenharia e Obras, Administrativo e Financeiro, Trânsito e Transporte Coletivo e de Serviços Gerais. Porém, antes de ser votado, foi apresentada a emenda modificativa 16, mundo os níveis de escolaridade para formação superior em engenharia para o cargo de diretor de Engenharia e Obras, e ensino médio para os demais cargos.

Segundo informou o líder do prefeito na Casa, vereador Salata, estes cargos já estão sendo ocupados atualmente, por funcionários comissionados da Prodem, ao custo de R$ 2.800 por mês. Ou seja, a regulamentação deles, previstos na Lei 3.715, deste ano, significará um reajuste de R$ 700, ou 25% sobre os valores atuais.

Os vereadores Marcelo da Branca, do PSL, Jesus Ferezin, do PTN e Hilário Ruiz, do PT, votaram contra o projeto, que foi aprovado por seis votos a três. Já o regime de urgência para discussão e votação de redação final foi aprovado por sete votos a dois, sendo votos contrários Marcelo da Branca e Hilário Ruiz. A emenda modificativa, mudando a exigência de nível escolar recebeu oito votos favoráveis e um contrário – do vereador Ruiz.

 

Protesto em Rede Social

Já são várias as publicações, e muitos compartilhamentos, do folheto com nomes dos vereadores que votaram o Projeto, em manifestação de repúdio a criação dos cargos nas Redes Sociais

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