Saúde Mental muda de endereço, mas sem um dos médicos

Órgão passa a atender em novo endereço dia 15; consta que o um dos médicos que atendia lá, no entanto, pediu demissão e criticou bastante o setor em sua página no Facebook

A Prefeitura da Estância Turística de Olímpia, por meio da secretaria de Saúde, está informando que a partir do dia 15 de maio, o atendimento da Saúde Mental será realizado na sede da secretaria de Saúde, localizada na Rua Américo Sampaio, 55, no antigo “Postão”. No entanto, ao mesmo tempo que muda de endereço, o setor perde, ao que consta, um de seus especialista, que esta semana pediu demissão do cargo e fez severas críticas à administração no tocante à saúde e suas condições de trabalho. A rde passar a contar com somente uma especialista, a médica Ana Eliza Romano Furlan.

De acordo com a secretária de Saúde, Sandra Lima, a mudança do local de atendimento da Saúde Mental visa oferecer melhores condições de logística para os pacientes retirarem os medicamentos controlados de alto custo e também estruturas mais adequadas para os médicos atenderem os pacientes.

“A transferência foi pensada em cada usuário da Saúde Mental, temos que fornecer condições que facilitam o acesso e possibilite o controle da Saúde”, explica Sandra Lima. Além disso, a transferência estimulará uma maior centralização das atividades da Saúde, o que possibilita melhorar a gestão e controlar gastos.

O prédio utilizado pela Saúde Mental, localizado na Rua Júlio Ferranti, 249, no Jardim São José, será a nova sede do setor de Controle de Endemias. A transferência dos funcionários do Controle de Endemias, do prédio localizado na Rua David de Oliveira, 553, promoverá uma economia mensal de R$ 4 mil aos cofres públicos, ou seja, aproximadamente R$ 50 mil no ano.

A Saúde Mental funcionará de segunda a sexta-feira, das 7 às 16 horas, e tem o telefone (17) 3279-1400.

ADMINISTRAÇÃO‘INCONSEQUENTE’
No entanto, apesar do discurso da secretária, um detalhe chamou atenção esta semana. O médico psiquiatra que atendia na rede, Victor De Biase, pediu exoneração do cargo e saiu criticando publicamente o setor da Saúde e as atitudes dos responsáveis em relação a ele. Chegou a chamar a administração de “inconsequente” e reclamou que “deixaram faltar remédio por meses a fio”, conforme atesta o “print” feito pela redação em sua página do Facebook, reproduzido nesta página.

 

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