Câmara debateu obra da ‘baixada’ do São Benedito

Localidade, nas imediações do Sindicato dos Bancários e um estabelecimento comercial, voltou a inundar, mas, agora, ‘melhorou muito’, segundo presidente Pimenta

A situação de cheia na “baixada” do São Benedito, aquele trecho próximo ao Sindicato dos Bancários e o Nakamura, mais especificamente, voltou a inundar dias atrás, resultado das chuvas pesadas que caíram e caem, ainda, em Olímpia. Ali, como foi amplamente divulgado, foi realizada uma obra antienchente, que começou na gestão passada e foi concluída quase 11 meses depois, pelo atual governo.

Esperava-se o fim do problema, mas ele voltou a se repetir, dias atrás, e está ameaçado de se manifestar de novo, devido às previsões de muitas chuvas ainda. O presidente da Câmara, Gustavo Pimenta (PSDB), disse que “em relação à obra que começou ano passado e terminou esse ano, eu conversei com duas pessoas aqui ao redor, e elas me disseram que melhorou muito. Resolveu o problema, não sei, mas que melhorou, melhorou muito”, disse. Pimenta foi vice-prefeito no governo de Geninho Zuliani, que deu início àquela obra.

“Era um recurso destinado a uma praça, e com a boa intenção do vereador Marco Coca, ele mudou o objeto para que pudesse fazer essa obra que tirou essa água que ficava acumulada”, reforçou Pimenta.

Marcos Coca (PPS) por sua vez, disse que a obra “ainda não está pronta”, acrescentando que ela “tem dois probleminhas que estão sendo resolvidos: a outorga, que o DER precisa dar, com o consentimento para haver interferência no curso do rio, mas ele ainda não respondeu ao nosso ofício. Assim que responder, vai-se mexer no curso do rio”.

“E o outro problema é o desassoreamento do rio. O DER também tem que dar uma autorização ambiental. Você não pode fazer o desassoreamento sem essa licença. E ele está assoreado em mais de um metro de altura. Então, resolvendo esses dois problemas, eu acho que a obra estará bem feita”, concluiu.

O líder do prefeito, por sua vez, e como sempre, destoou no assunto: “A questão das enchentes, quando principia o verão, temos situações muito críticas, e as precipitações atmosféricas de chuva, nem sempre são controladas pelo homem. Nós temos que estar sujeitos a esse tipo de situação”, filosofou.

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